sexta-feira, 19 de maio de 2017

Flagrante DELITO.



As verbas comunitárias destinadas a promover o equilíbrio da dinâmica sedimentar afinal estão a financiar o agravamento do deficit e a destruição da praia submersa, a primeira defesa da nossa costa.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

terça-feira, 16 de maio de 2017

Areia na engrenagem.


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Teleférico no PDM.

O Figueirense em Março de 2010. 

O SOS Cabedelo propôs a inscrição no PDM de uma infraestrutura de ligação para modos suaves de transporte entre o centro da cidade e Cabedelo, com o objetivo da continuidade de percursos na frente de mar e ao longo do rio - com a ligação à Ciclovia do Mondego cuja obra deve arrancar este ano. A proposta apresentada pelo Arq. Miguel Figueira em 2010, então elogiada pelo presidente Dr. João Ataíde, foi primeiro susbtituída pela possibilidade de uma ponte móvel, com custos proibitivos e difícil compatibilidade com a navegação e, depois, por um barco cuja não elegibilidade aos fundos comunitários terá deixado naufragar a ideia.
No âmbito da revisão em curso do PDM importa resgatar o teleférico como solução de ligação ao sul, porque não apresenta entraves quanto à viabilidade, funcionamento ou elegibilidade, deixando esta possibilidade aberta ao futuro da cidade.

Miguel Figueira com Pedro Vieira e Bruno Marques, 2010.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Agravamento do RISCO sobre o Hospital.



A intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para o Cabedelo prevê que a nova duna seja feita com recurso à ripagem de areia na zona da rebentação. Este método de recolha de areia para redução dos custos de transporte negligencia um impacto negativo relevante: a destruição da duna hidráulica - o banco de areia submerso. É relevante porque a duna hidráulica é a primeira barreira de proteção, já que promove a dissipação da energia das ondas a uma distância segura e afasta o impacto erosivo sobre a linha de costa. Sem esta oposição o mar facilmente abre caminho em terra, como aconteceu com a invasão do pinhal a sul da intervenção da APA, na praia da Cova. Estando o Hospital localizado precisamente a sul da praia do Cabedelo, igualmente exposto à ondulação predominante, será aceitável o agravamento do risco sobre aquele equipamento?


Invasão do pinhal a sul da intervenção da APA, na praia da Cova, na sequência da ripagem de areia e consequente destruição da duna hidráulica.

domingo, 7 de maio de 2017

Repetir o ERRO no Cabedelo.





imagem 1_ Recuo da duna primária no Diário de Coimbra em Janeiro de 2016.
imagem 2_ Recuo da duna primária e colapso da obra pesada em Fevereiro de 2017.


A intervenção de 2015 na praia da Cova, com obra pesada na raíz do molhe, em vez de suster o mar acelerou o seu avanço. Depois do recuo da duna primária a um ritmo sem precendentes em 2016, em 2017, para além da destruição da duna assistimos ainda ao colapso da obra então realizada. Em 2018 a APA pretende fazer o mesmo tipo de obra, na raíz do molhe sul, na praia do Cabedelo.

Planta do projecto adjudicado pela APA para a Praia do Cabedelo com o MURO DE BETÃO a vermelho_ Empreitada de Reconstruição do Cordão Dunar no Cabedelo, a Norte da Praia da Leirosa e a Norte da Vagueira.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Debate Público no dia 5 de Maio.

Vai ter lugar na Figueira da Foz, no próximo dia 5 de maio de 2017 (Sexta-Feira), pelas 19.00 horas, um debate aberto ao público, no Hotel Costa de Prata, sobre a EROSÃO COSTEIRA EM PORTUGAL, com as presenças e as intervenções, entre outros, do Prof. Filipe Duarte Santos, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (e presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável), do Arq. Miguel Figueira, do movimento cívico SOS Cabedelo (e membro do Conselho Consultivo e Científico do Centro de Estudos do Mar-CEMAR), e do deputado português ao Parlamento Europeu Dr. José Inácio Faria (do Movimento Partido da Terra).