quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Do esquecimento

Ataíde lembra que o estudo sobre o BYPASS é da competência da APA. Tenreiro lembra Ataíde que "…lá por ter trazido cá o Ministro (do Ambiente), o problema não está resolvido. Um autarca deve estar em cima dos assuntos de forma constante." Nós lembramos que o problema se agrava a cada dia que passa e que todos estamos a falhar na sua resolução. 

As Beiras 17.1.2018


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Aveiro 2, Figueira 1

A sul da barra de Aveiro vão ser depositados 2Mm3 para "mitigação do déficit sedimentar com vista a atenuar o processo erosivo". Para o sul da barra da Figueira apenas está previsto 1Mm3. Uma vez que a força do mar nesta frente atlântica é equivalente, porque é que só temos direito a METADE do que está previsto em Aveiro? Se o relatório do GTL prevê para o primeiro shot de areias um volume de 9,9Mm3, porque vão transferir DEZ VEZES menos? 

Diário de Aveiro 30.12.2018




sábado, 13 de janeiro de 2018

do Cabedelo à Nazaré

"O Movimento SOS Cabedelo solicitou uma reunião ao Presidente da Comissão Parlamentar do Ambiente, deputado Pedro Soares, devido à erosão que está a assolar a costa a sul da Figueira."

Diário de Coimbra 13.1.2018


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Um ano depois

Pedro Agostinho Cruz, Praia da Cova, 6.1.2018

Um ano após a audiência do movimento cívico SOS Cabedelo na Comissão Parlamentar do Ambiente, de onde resultou a recomendação para que o Governo tomasse medidas no âmbito da proteção da orla costeira e da segurança de pessoas e bens e que desenvolvesse, com caráter de urgência, ações de transposição sedimentar nas barras da Figueira da Foz e Aveiro, o nosso desejo e a vontade expressa no voto dos deputados na Assembleia da República em 10.3.2017 continuam por cumprir.

O Governo deixou terminar 2017 e o prazo previsto na Resolução da Assembleia da República nº 64/2017 sem apresentar qualquer estudo que avaliasse a implementação do bypass na entrada do porto da Figueira da Foz ou, se o fez, não o divulgou como tinha sido recomendado. Os estudos de viabilidade recomendados pelo Grupo de Trabalho para o Litoral para o sistema de transposição sedimentar nas barras da Figueira da Foz e Aveiro, em Dezembro de 2014 e inscritos no Programa da Orla Costeira, publicado em Agosto de 2017, continuam por fazer, enquanto a praia a norte cresce, a sul diminui e na barra se agrava a segurança da navegação. As sondagens para o aprofundamento da barra prosseguem sem que o estudo da transposição de sedimentos avance, validando a tese de uma fuga-para-a-frente, sem qualquer preocupação com a viabilidade do porto a prazo. Assistimos, ainda, impotentes à perda da capacidade resiliente necessária ao bom funcionamento da barra com a saturação da baía a norte, à perda do mar na cidade e à perda da praia no sul.

Sobre a recomendação da inscrição transposição sedimentar dos valores estimados da deriva litoral, a implementação da infraestrutura para o sistema de transposição e o aproveitamento de sedimentos em fim de ciclo, nos instrumentos de planeamento, programas, planos de ação e plano anual para o litoral, pouco sabemos porque a informação é escassa. O próprio Plano de Ação Litoral XXI para 2018, amplamente noticiado, não se encontra disponível para consulta. Sabemos, no entanto, que as verbas negociadas com a Comissão Europeia para a “reposição do equilíbrio da dinâmica sedimentar”- POSEUR, estão a financiar ações que nos afastam desse objectivo na medida em que, com a extração de sedimentos da praia submersa, promovem o agravamento do deficit sedimentar. Contradição esta que continuámos a assistir em 2017 na empreitada "Reconstituição do Cordão Dunar no Cabedelo, a Norte da Praia da Leirosa e a Norte da Praia da Vagueira" e que obrigou à denúncia junto da Comissão Europeia.

O alerta sobre o agravamento do deficit sedimentar por via das ripagens de areia efectuadas na praia da Cova, oportunamente denunciadas em Maio de 2015, o destaque na reportagem do programa Biosfera, RTP2, em Fevereiro de 2016, as explicações prestadas sobre este caso em concreto na Comissão Comissão Parlamentar do Ambiente em Janeiro de 2017, não impediram a Agência Portuguesa do Ambiente de continuar com a extração de sedimentos na praia submersa em áreas com forte impacto erosivo. O anúncio da intervenção com carácter de urgência pelo Sr. Ministro do Ambiente em Janeiro de 2018 na praia da Cova é esclarecedor quanto ao resultado de tantos milhões de euros mal investidos.

Independentemente da necessidade de uma ação imediata na praia da Cova, importa perceber como irá esta ser feita: se voltamos à obra pesada com o alibi da urgência, se vamos voltar às ripagens ou se avançamos para o aproveitamento de sedimentos em fim de ciclo provenientes da praia a norte da barra. Importa também saber se a transferência anunciada de um milhão de metros cúbicos, do lado norte para o lado sul da barra da Figueira da Foz, é para repetir todos os anos, com o recuo da linha de costa a norte da barra, como é proposto na Resolução da Assembleia da República nº 64/2017, ou se serve apenas o imediato, adiando o problema. Mas sobretudo importa saber qual o novo prazo para o cumprimento das recomendações de carácter urgente que o Governo ignorou.

Hoje, um ano depois da nossa audiência na Comissão Parlamentar do Ambiente,  não estamos na mesma; estamos muito pior. Agravou-se o equilíbrio sedimentar, com os milhares de metros cúbicos de areia que o mar arrastou, sem esforço, enquanto esperávamos pela resposta do Governo. Continuará a agravar-se a cada dia que passa.

A defesa do BYPASS

"…sobre esta matéria, existe um movimento cívico, o SOS Cabedelo, que vem reivindicando a solução por BYPASS, ou seja, a transposição artificial (mecânica) das areias, repondo a deriva que está impedida pela existência do porto e nomeadamente do molhe norte."

A Voz da Figueira, 10.1.8018


A solução

“Isto resolve-se com a praia da Figueira. Lá temos o volume de areia que permite fazer a reposição”, garante [Miguel Figueira], defendendo uma solução que passe pelo bypass, ou seja, que permita que haja uma transposição artificial de areia, visto que o curso natural é impedido pela existência do porto – no caso desta zona, entre o norte da Figueira da Foz e o sul.

6.1.2018 Público 


sábado, 6 de janeiro de 2018

Urgência

"Temos urgência em retirar a areia da praia da Figueira e pô-la a defender as nossas praias do sul. Esta é a única solução", defendeu Eurico Gonçalves, do Movimento SOS Cabedelo. 

6.1.2018 as Beiras


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

A calamidade anunciada

5.1.2018 Diário de Coimbra

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Gentrificação - do Cabedelo à pequena Tróia

Chama-se gentrificação (do inglês gentrification) ao fenómeno que afeta uma região ou lugar pela alteração das dinâmicas da composição do local, tal como novos pontos comerciais ou a construção de novos edifícios, valorizando o lugar e afetando a população de baixos recursos. Tal valorização é seguida de um aumento de custos de bens e serviços, dificultando a permanência de antigos usufrutuários no local cuja realidade foi alterada.

Adaptado de Wikipédia


Notícia em As Beiras onde o Presidente da Autarquia revela a intenção de querer fazer do Cabedelo "uma pequena Tróia". 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Aproveitem para fazer já as sondagens do BYPASS !!!

Porque não aproveitam para fazer também as sondagens do Bypass? Com pouco mais podemos avançar muito, a não ser que seja demasiado para aqueles que, sem qualquer fundamentação, continuam a afirmar que o Bypass é caro. Uma coisa é certa: sem o Bypass o aprofundamento do canal de navegação é mais um buraco para o mar encher de areia. Um buraco que, segundo a notícia, poderá oscilar entre os 35 e os 40 milhões de euros…

As Beiras em 3/11/2017 com montagem de fotografia da plataforma das sondagens a operar no canal de navegação.


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Aplauso!!!


sábado, 7 de outubro de 2017

Porque não avança o BYPASS?

Dois anos depois tudo na mesma: a areia continua a acumular na frente da barra comprometendo a segurança na circulação.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

BYPASS JÁ!

"E como na anterior sessão, também organizada pela Associação Figueira Viva, a estrela da noite foi o porto da Figueira e o "BYPASS"

Bela Coutinho in Diário de Coimbra 29/09/2017.



quinta-feira, 28 de setembro de 2017

À espera do Bypass...

26 de Setembro de 2017 no Diário de Coimbra





quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O vencedor (do debate)

"O vencedor (do debate) foi... o bypass de areias sob o Mondego."
Daniel Santos


Link para vídeo.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Denúncia

À Comissão Europeia em 19.9.2017, com conhecimento da Comissão Parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação.

______
Following the responses of the Portuguese Government to the MPs, Jorge Costa, José Manuel Pureza and Pedro Soares, and the few elements of the project made available at their request, we would like to add to our report from May 24th 2017 the following information:

To the present date the National Agency for Environment (APA) and the office of the Operational Programme for Sustainability and Efficiency in the Use of Resources (POSEUR) did not disclose the afor mentioned project, despite of our several requests. On June 6th 2017 we reported to the Commission for the Accessibility of Administrative Documents (CADA) the lack of reply. However no reply was given by the commission either.

The ongoing construction has been suspended during the summer holidays. Nevertheless, neither legal announcement could be seen at the work site nor publicity with the mandatory information, going against specific regulation for projects funded by the EU.

The response of the Government to the MPs is not fully supported. Relevant information is omitted, or contradicts other documentation referred, such as:

  • Portuguese Government denies the intention of building a concrete wall at the sea front, although this has been planned for the beach of Cabedelo;
  • Portuguese Government denies the intention of sand mining at the beaches, although this has been planned for Cabedelo, Leirosa and Vagueira, is a common practice among APA projects and has already been carried out at one of the sites - HTTPS://VIMEO.COM/217989415.
The information that came to our knowledge is worrying. Beside the aggravation of the sedimentary deficit by sand mining there has been an attempt to oppose the sea with artificial, costly and inefficient elements, whereas the official plan (POC) for this area only predicts the beach nourishment with sand from the north side of the harbor pier that interrupts the natural drift of sand. One can conclude that EU funds are being used against the strategy that should be followed.

Despite the official recognition in POC of the surf quality at Cabedelo and the commitment to the protection of the submerged beach, the Portuguese Government is destroying the beach, claiming on no grounds that the waves will not suffer any impact. This attitude reveals a carelessness and profound ignorance on the sand dynamics and its role in the sustainability of the submerged beach, where the waves are formed thus promoting the dissipation of the energy at a safe distance from shore, therefore preventing its erosion.

The Portuguese Government does not support its statements in the enrolled strategy, the scientific community formal reports (GTL), National coastal program actions (POC), European funding program goals (POSEUR), or in common sense. In fact, it is hard to understand why the Government stands for sand balance in parliament and continues to allow sand mining on the beach.

When questioned about sediment balancing actions, the Government only refered to the intention for a singular transfer of sand and the ongoing study for the use of offshore sand reserves. By doing this, the urge for a permanent sand transposition of man made obstacles (bypass) was completely ignored. We stress that both scientific community recommendations and official programs consider the bypass of utter most importance for the sustainability of the coastal protection based on sedimentary balance.

The Portuguese Government has often mistaken singular transposition (shots) with continuous transposition of the sand drift along the shore (sand bypassing) in an irresponsible manner. This attitude, promotes the depletion of financial EU resources originally intended to implement long term solutions for the coastal protection and the mitigation of climate change effects upon the shore.
 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Património

As ondas do Cabo Mondego, entre a Murtinheira e o Cabedelo, na Figueira da Foz, estão formalmente consagradas como ondas com especial valor para a prática dos desportos de deslize - Nível I, no Programa da Orla Costeira (POC) Ovar - Marinha Grande, publicado no passado dia 10 de Agosto. Trata-se da primeira área em Portugal a ser reconhecida ao nível do Ordenamento do Território.

in Diário de Coimbra
Notícia em SURFTOTAL
Notícia em BEACHCAM
POC-OMG 2017

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Figueira Debate Cidade

Miguel Figueira no ciclo "Debater a Figueira" promovido pela FigueiraViva-IPSS e com o tema: Pensar na Cidade - O Presente e o Futuro da Figueira da Foz. 31/Maio/2017



Opinião de Teontónio Cavaco em As Beiras.

sábado, 3 de junho de 2017

Figueira Pro

Entrevista com Tiago Pires, Miguel Figueira e Eurico Gonçalves.

 

"…a onda do Cabedelo é uma das melhores ondas de Portugal. Temos muita sorte em que a liga passe por aqui novamente porque é sempre uma grande dádiva poder surfar ondas perfeitas em competição. Temos todos muito a ganhar em voltar aqui à Figueira e eu estou super contente de poder estar a disputar baterias aqui nesta onda maravilhosa…" 

Tiago Pires

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Flagrante DELITO.



As verbas comunitárias destinadas a promover o equilíbrio da dinâmica sedimentar afinal estão a financiar o agravamento do deficit e a destruição da praia submersa, a primeira defesa da nossa costa.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

terça-feira, 16 de maio de 2017

Areia na engrenagem.


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Teleférico no PDM.

O Figueirense em Março de 2010. 

O SOS Cabedelo propôs a inscrição no PDM de uma infraestrutura de ligação para modos suaves de transporte entre o centro da cidade e Cabedelo, com o objetivo da continuidade de percursos na frente de mar e ao longo do rio - com a ligação à Ciclovia do Mondego cuja obra deve arrancar este ano. A proposta apresentada pelo Arq. Miguel Figueira em 2010, então elogiada pelo presidente Dr. João Ataíde, foi primeiro susbtituída pela possibilidade de uma ponte móvel, com custos proibitivos e difícil compatibilidade com a navegação e, depois, por um barco cuja não elegibilidade aos fundos comunitários terá deixado naufragar a ideia.
No âmbito da revisão em curso do PDM importa resgatar o teleférico como solução de ligação ao sul, porque não apresenta entraves quanto à viabilidade, funcionamento ou elegibilidade, deixando esta possibilidade aberta ao futuro da cidade.

Miguel Figueira com Pedro Vieira e Bruno Marques, 2010.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Agravamento do RISCO sobre o Hospital.



A intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para o Cabedelo prevê que a nova duna seja feita com recurso à ripagem de areia na zona da rebentação. Este método de recolha de areia para redução dos custos de transporte negligencia um impacto negativo relevante: a destruição da duna hidráulica - o banco de areia submerso. É relevante porque a duna hidráulica é a primeira barreira de proteção, já que promove a dissipação da energia das ondas a uma distância segura e afasta o impacto erosivo sobre a linha de costa. Sem esta oposição o mar facilmente abre caminho em terra, como aconteceu com a invasão do pinhal a sul da intervenção da APA, na praia da Cova. Estando o Hospital localizado precisamente a sul da praia do Cabedelo, igualmente exposto à ondulação predominante, será aceitável o agravamento do risco sobre aquele equipamento?


Invasão do pinhal a sul da intervenção da APA, na praia da Cova, na sequência da ripagem de areia e consequente destruição da duna hidráulica.

domingo, 7 de maio de 2017

Repetir o ERRO no Cabedelo.





imagem 1_ Recuo da duna primária no Diário de Coimbra em Janeiro de 2016.
imagem 2_ Recuo da duna primária e colapso da obra pesada em Fevereiro de 2017.


A intervenção de 2015 na praia da Cova, com obra pesada na raíz do molhe, em vez de suster o mar acelerou o seu avanço. Depois do recuo da duna primária a um ritmo sem precendentes em 2016, em 2017, para além da destruição da duna assistimos ainda ao colapso da obra então realizada. Em 2018 a APA pretende fazer o mesmo tipo de obra, na raíz do molhe sul, na praia do Cabedelo.

Planta do projecto adjudicado pela APA para a Praia do Cabedelo com o MURO DE BETÃO a vermelho_ Empreitada de Reconstruição do Cordão Dunar no Cabedelo, a Norte da Praia da Leirosa e a Norte da Vagueira.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Debate Público no dia 5 de Maio.

Vai ter lugar na Figueira da Foz, no próximo dia 5 de maio de 2017 (Sexta-Feira), pelas 19.00 horas, um debate aberto ao público, no Hotel Costa de Prata, sobre a EROSÃO COSTEIRA EM PORTUGAL, com as presenças e as intervenções, entre outros, do Prof. Filipe Duarte Santos, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (e presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável), do Arq. Miguel Figueira, do movimento cívico SOS Cabedelo (e membro do Conselho Consultivo e Científico do Centro de Estudos do Mar-CEMAR), e do deputado português ao Parlamento Europeu Dr. José Inácio Faria (do Movimento Partido da Terra).

domingo, 23 de abril de 2017

Sustentabilidade e eficiência no uso de recursos?


Como pode a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) financiar intervenções que roubam areia ao mar no mesmo programa (POSEUR) que inscreve a promoção da "reposição do equilíbrio na dinâmica sedimentar ao longo da costa"???

Objectivos Específicos da Proteção Litoral (art.75º, secção11) do REGULAMENTO ESPECÍFICO DO DOMÍNIO DA SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA NO USO DE RECURSOS publicado na Portaria nº57-B/2015 de 27 de Fevereiro. 


sábado, 22 de abril de 2017

Ataque à praia.

A SOS Cabedelo fala de “um ataque à praia” e questiona a técnica de ripagem, a constituição de o que diz ser uma nova duna e a construção de um muro de betão. “Este tipo de intervenção é completamente errado”, referem Miguel Figueira e Eurico Gonçalves, membros da associação, ao PÚBLICO. Os activistas da associação criada em 2009 consideram que as intervenções reduzem a dimensão da praia e põem em causa a qualidade das ondas com a construção de um muro “supostamente para proteger o estacionamento que vai desaparecer dali”. 
...
Miguel Figueira refere mesmo que “toda a economia que tem gerado e aparecido na zona está em causa” com a construção do muro na zona da praia mais próxima do parque de campismo, uma vez que este tem impacto nas ondas do Cabedelo, uma praia muito frequentada por quem pratica desportos do mar. “A onda do Cabedelo é um activo”, realça, notando que “tem havido um ressurgimento daquela zona com a economia do mar depois do declínio da indústria naval”. 
...
Eurico Gonçalves diz que uma intervenção do género foi levada a cabo em 2015 a cerca de três quilómetros a Sul do Cabedelo, na Praia da Cova, e refere que entretanto “o mar invadiu a floresta a Sul e destruiu a raiz do molhe a norte”, pondo “em risco pessoas e bens”. 

In Público 22/4/2017 por Camilo Soldado

quarta-feira, 12 de abril de 2017

NÃO!





domingo, 2 de abril de 2017

Resistir

Tendo tomado conhecimento da intenção da APA em levar por diante a construção de um muro na frente do estacionamento da praia do Cabedelo, solicitámos de imediato informação sobre o projeto preocupados com o eventual impacto sobre as ondas. Apesar de nunca nos terem confiado uma simples cópia do projeto, com a ajuda e o empenho da autarquia, que partilhou connosco o receio de eventuais impactos negativos, fomos sendo informados dos contornos da intervenção nas três reuniões tidas na ARH Centro com os técnicos responsáveis pelo projeto. 

Depressa percebemos que a tipologia de intervenção para o Cabedelo repetia a receita aplicada em 2015 a sul da Cova - que recentemente denunciámos na Comissão Parlamentar do Ambiente - reforço da raiz do molhe com obra pesada, incluindo neste caso um muro de betão e ripagem de areias na zona de rebentação para proteção da duna primária que, neste caso, seria feito através da criação de uma nova duna na frente da existente com redução significativa da área útil da praia.

Ripagem de areia na zona de rebentação a sul da Cova em 2015.

Colapso da obra pesada de defesa aderente na raiz do molhe e destruição da duna em Fevereiro de 2017.

Colapso da duna a sul da intervenção e invasão do pinhal pelo mar em Fevereiro de 2017.

Fundamentámos a nossa crítica no mau exemplo da recente obra da Cova onde a intervenção na raiz do molhe está em colapso e a ripagem acelerou o processo erosivo sobre a duna, com rutura da mesma seguida pela invasão do pinhal pelo mar. Lembrámos que a sul da praia do Cabedelo, no lugar do pinhal, temos o Hospital e a Cova-Gala cujo contexto de risco não pode ser agravado.

Manifestámos a nossa perplexidade com o desconhecimento dos técnicos quando confrontados com o desvio desta tipologia de intervenção com a inscrita no POC, oportunamente apresentado a discussão pública pela própria instituição que representam. Lembrámos que a duna que pretendem construir compromete a área útil da praia colidindo, também, com o previsto no Plano de Praia então apresentado.



Plano de Praia e descrição da tipologia de intervenção presentes a discussão pública em Dezembro de 2015.

Ficámos a perceber que, apesar do empenho da autarquia em querer levar por diante uma transferência de grande volume a partir da praia da Figueira, não existe qualquer articulação com a intervenção proposta pela APA. Conforme evidenciado em Reunião de Câmara pelo arquiteto responsável pelo projeto municipal, no âmbito do PEDU, não se compreende que aqui se inscreva o recuo da duna enquanto no projeto da APA se inscreve o seu avanço; como também não se compreende, nem é aceitável, que o mesmo muro que atenta contra o mar e estraga as ondas, possa vir servir de sustentação à reabilitação do espaço que pretendem designar como Praça do Surf. Este tipo de estruturas que se opõem ao mar, promovendo a refração da ondulação (fenómeno conhecido como onda de ressaca - backwash), para além do impacto negativo na qualidade das ondas compromete a segurança da praia de banhos para o uso balnear.


Apresentção do projeto de intervenção do município para a praia do Cabedelo na Reunião de Câmara.

Apesar da disponibilidade da APA para algumas alterações ao projeto da empreitada em curso, não podemos deixar de manifestar a nossa oposição à intervenção no Cabedelo enquanto não estiverem garantidas todas as alterações que reivindicamos. Porque não podemos contemporizar com a ameaça à praia que emprestou o nome ao movimento cívico que, desde 2009, defende a proteção costeira por via do reequilíbrio sedimentar da deriva litoral. Porque não aceitamos que a APA ignore o resultado desastroso da intervenção a sul da Cova, as recomendações do Grupo de Trabalho do Litoral e o compromisso por via da discussão pública do POC. Porque não queremos que a iluminação noturna para o surf, prevista para a praia do Cabedelo e pioneira na Europa, sirva para evidenciar o confrangedor ridículo de uma administração disfuncional: 

  • Não aceitamos a ripagem de areia na zona de rebentação, porque atenta contra a primeira defesa da costa: a duna hidráulica;
  • Não aceitamos a perda de área útil da praia, porque compromete a viabilidade do uso balnear de uma das praias mais concorridas da região;
  • Não aceitamos qualquer obra pesada que se oponha ao mar, porque frequentemente o prejuízo resultante deste tipo de intervenções é maior do que o seu benefício.

Não é só desta ameaça contra o mar que nos iremos defender. É também da ameaça a princípios básicos do estado de direito pela forma displicente como a participação da cidadania é tratada. Não podemos aceitar que promovam o debate público que inscreve as mesmas soluções que à porta fechada optam por contrariar.
Resistiremos seguros de que irão perder esta contenda. Porque ao mar, ninguém vence!

terça-feira, 28 de março de 2017

Luz


domingo, 26 de março de 2017

Urgência



O PSD exigiu hoje ao Governo que estude com urgência as alternativas de transposição de areias na barra do rio Mondego, na Figueira da Foz. 

Em declarações à agência Lusa, no final de uma visita de deputados do PSD eleitos pelo círculo de Coimbra e dirigentes locais social-democratas à praia do Cabedelo, na margem esquerda do Mondego, o deputado Maurício Marques disse não compreender a demora na realização do estudo, assumido pelo Ministério do Ambiente para decorrer no primeiro ano de vigência do novo Programa da Orla Costeira (POC) Ovar - Marinha Grande, que ainda não está em vigor. 

"Esse prazo devia ser encurtado. Aliás, este estudo até deveria ter sido ser feito antes do POC, porque, se este projeto tiver viabilidade, provavelmente terá implicações no POC", argumentou Maurício Marques. 

Na ocasião, o deputado do PSD enalteceu a ação cívica do movimento de cidadãos SOS Cabedelo, que defende como solução a instalação de um ‘bypass' de inertes entre as margens (através de uma tubagem por debaixo do leito do rio), junto à foz. Maurício Marques lembrou que o SOS Cabedelo "levou à classe política no seu todo, sem qualquer partidarismo, uma solução para o problema" - numa alusão à audiência do movimento na comissão parlamentar de Ambiente e Ordenamento do Território - frisando que em causa, estão três questões, uma delas a deposição "enorme" de areia a norte do molhe norte do Mondego "que está a descaraterizar totalmente a Figueira da Foz". 

"A distância de conforto até à água é de 250 metros e aqui temos quase um quilómetro", frisou o deputado do PSD, aludindo àquele que é considerado como o maior areal urbano da Europa. A acumulação de areia a norte do molhe do porto comercial e em redor da infraestrutura portuária, por ação daquela barreira física, incide ainda sobre a segurança da navegação na barra do Mondego mas também sobre a falta de areia nas praias a sul, repetidamente afetadas por fenómenos de erosão "com danos enormes", avisou Maurício Marques. 

O deputado do PSD afirmou que a solução do ‘bypass' de areias poderá resolver "todas" as três questões enunciadas e incrementar a prática de surf nas praias a sul do rio, criando melhor condições à modalidade, pela deposição de areias: "Nós hoje temos de olhar para o surf como uma das potencialidades do país, é uma modalidade que tem crescido a nível nacional", observou. 

Na sequência dos trabalhos daquela comissão parlamentar, foram aprovados no parlamento dois projetos de resolução - um do PSD e outro do Bloco de Esquerda - recomendando ao Governo o estudo de alternativas de transposição de areias na Figueira da Foz, mas um dos pontos do projeto social-democrata (a realização de um estudo no primeiro semestre de 2017 com verificação de casos análogos) teve o voto contra dos deputados do PS, posição quer o deputado do PSD disse estranhar.

"O que estamos a pedir ao Governo é que se estude com urgência esta matéria. Verifique casos análogos pelo mundo fora, que estão a funcionar e se analise a hipótese de um projeto análogo, aqui", argumentou Maurício Marques. 

Já Miguel Figueira, do SOS Cabedelo, alegou que o movimento de cidadãos partilhou com os deputados da comissão de Ambiente as suas reflexões sobre o problema da Figueira da Foz e foi "muito bem recebido". 

"Muitas vezes queixamo-nos que os políticos estão longe e não estão por dentro das matérias, que há essa distância entre o terreno e a casa da Democracia, mas a verdade é que quando lá chegámos também nos questionámos porque não fomos mais cedo, porque esse também é o nosso trabalho, é um dever constitucional ajudar o Estado nas soluções para a proteção do nosso território", alegou. 

Miguel Figueira destacou que, após a deslocação do SOS Cabedelo à AR, houve propostas levadas a votação ao plenário [os projetos de resolução] que denotam "que há pessoas incomodadas com esta situação, que é uma situação de urgência que não está a ter uma resposta urgente". 

"Há aqui velocidades que não são admissíveis quando estão em causa a perda do território, perdas de vidas humanas na questão da barra ou uma cidade que vê cada vez mais deteriorada a sua relação primordial com o mar. O Governo não tem de esperar pelo POC para fazer isto [o estudo], há uma série de estudos e projetos que estão a ser feitos para a costa, não podemos parar o país à espera do POC, temos de agir", defendeu Miguel Figueira.

in Agência Lusa

sexta-feira, 10 de março de 2017

Aprovada recomendação ao Governo

A Assembeleia da República recomenda ao Governo que tome medidas no âmbito da proteção da orla costeira e da segurança de pessoas e bens e que desenvolva, com caráter de urgência, ações de transposição sedimentar nas barras da Figueira da Foz e Aveiro.

Resolução da Assembleia da República n.º 64/2017

Recomenda ao Governo que tome medidas no âmbito da proteção da orla costeira e da segurança de pessoas e bens e que desenvolva, com caráter de urgência, ações de transposição sedimentar nas barras da Figueira da Foz e Aveiro.

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:

1 - No primeiro semestre de 2017, proceda a uma análise detalhada das vantagens e desvantagens das soluções adotadas em casos análogos ao do porto da Figueira da Foz, a análises custo-benefício, a análises multicritério e a estudos de avaliação ambiental baseados na modelação da dinâmica local costeira, tendo em vista introduzir racionalidade e sustentabilidade às operações, bem como a estudos adicionais de natureza técnica e científica;

2 - Durante o ano de 2017, apresente um estudo que avalie a implementação do bypass na entrada do porto da Figueira da Foz;

3 - Divulgue as análises e estudos efetuados junto da Assembleia da República e do público interessado; 

4 - Realize os estudos de viabilidade recomendados pelo Grupo de Trabalho para o Litoral para o sistema de transposição sedimentar nas barras da Figueira da Foz e Aveiro; 

5 - Inscreva nos instrumentos de planeamento, programas, planos de ação e plano anual para o litoral:

a) A transposição sedimentar, nas barras da Figueira da Foz e Aveiro, dos valores estimados da deriva litoral; 
b) A implementação da infraestrutura para o sistema de transposição sedimentar nas barras da Figueira da Foz e Aveiro; 
c) O aproveitamento de sedimentos em fim de ciclo, promovendo o recuo da linha de costa nas zonas de acreção adjacentes aos molhes portuários da Figueira da Foz e Aveiro. 

Aprovada em 10 de março de 2017.
O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O Mar À Cidade


sábado, 4 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

o feitiço contra o feiticeiro



Um cargueiro em dificuldades foge à entrada na barra, depois da rebentação lhe ter empurrado a proa em direção à praia do cabedelo, comprometendo a rota em direção ao Porto Comercial - menos de dois meses depois de gastos 180 mil euros em dragagens na restinga...

terça-feira, 1 de novembro de 2016

tapar o sol com um peneiro

Para acabar com a restinga de areia que provoca a rebentação na entrada da barra a dragagem tem que ser feita a norte da mesma. Uma dragagem preventiva para que a restinga não se chegue a formar.
Se querem resolver o problema porque raio não avançam com o estudo de viabilidade do BYPASS que é apontado como solução pelos mais proeminintes especialistas na matéria?

As Beiras e Diário de Coimbra de 31 de Outubro de 2016.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

...o que é a praia?

Maria João Seixas entrevista Miguel Figueira _ Afinidades

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

no meio do mar


domingo, 23 de outubro de 2016

tiro-no-pé faz POC

O Programa da Orla Costeira (POC) Ovar-Marinha Grande estará prestes a ser publicado uma vez que já é conhecido o relatório de ponderação da discussão pública. Assim consagra a lei e assim devia ser, e no entanto, na Análise Técnica da Participação que chegou ao nosso conhecimento persistem alguns vícios que comprometem a obrigatória conformidade legal com o relatório do Grupo de Trabalho do Litoral (GTL). Apesar do enquadramento legal dos nosso contributo estar fundado no mesmo documento que consagra na lei o próprio POC, não lhe é reconhecido esse vínculo directo, conformando um quadro de negligência grave.

Neste POC persistem as contradições sobre a transposição sedimentar contínua nas barras de Aveiro e Figueira da Foz. Ainda antes do BYPASS ou de outras soluções é a transposição em si que continua por inscrever de forma clara e objectiva, com a respectiva dotação financeira para a execução capaz de viabilizar a sua implementação urgente. Sem a transposição sedimentar contínua e a realimentação da deriva, conforme a estratégia de proteção preconizada pelo GTL, podemos ficar ainda pior do que aquilo que tínhamos no passado, suspensos entre dois paradigmas sem saber se a areia virá tranquilamente com o mar ou à bruta misturada no cimento em blocos de betão.

O POC continua coxo com mais um tiro-no-pé. Vamos ver se o Sr. Ministro Matos Fernandes o quer  mandar tratar para a caminhada da proteção da costa que tem de ser feita ou se voltamos ao penso rápido.


BEACHCAM 
SURFTOTAL

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

antes que chegue o inverno


Depois de meses à espera de resposta do gabinete do Ministro do Ambiente e da Agência Portuguesa do Ambiente enviámos por correio um saco com areia da praia da Figueira da Foz - a areia artificialmente retida na frente da cidade que vai fazer falta ao sul. 
Se nada fizer João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente e destinatário desta nossa encomenda, quando voltar à Figueira da Foz para avaliar os estragos que o mar vier a fazer será duplamente responsável pelo prejuízo: porque não providenciou em tempo oportuno a transposição sedimentar na barra da Figueira da Foz (BYPASS) e porque não usou a areia que podia ter evitado o problema.

terça-feira, 7 de junho de 2016

identidade praia



 
O mar, no projecto da cidade, foi abordado ontem no seminário “O Turismo na Região Centro – Património natural: Olhares sobre os recursos e potencialidades”, promovido pelo curso Técnico de Turismo da Escola Profissional da Figueira. Designado “Figueira da Foz, do cabaret ao deserto”, o tema (tese de mestrado de um jovem arquitecto figueirense), centrou-se na evolução da cidade na frente marítima e no «tentar perceber, como em poucas décadas, se afastou da grande identidade de ligação ao mar».

Recorrendo a imagens e filmes da década de 40, Manuel Traveira explicou como a Figueira «primeiro conquistou o mar e o turismo» e depois «perdeu o mar», aludindo à década de 60, altura em que se optou por uma «estratégia alicerçada no porto comercial». Todavia, defendeu, «a cidade industrial não conseguiu vingar totalmente e condicionou o desenvolvimento turístico», com o molhe Norte «a aniquilar a praia e deixar a enormidade deserta do areal, vazio, uma chaga constante». E «com o prolongamento do molhe, o problema agudizou-se e desviou o canal da barra», disse.

Parafraseando Luís Cajão, o jovem arquitecto diz que a cidade «entra na vulgaridade da pevide e do tremoço» e os figueirenses «com uma saudade que não fere, mas dói». No entanto, realçou, a situação era previsível como “descobriu”, num relatório do LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil), de 1958, que mostra que «as consequências de hoje já estavam identificadas e apontava a solução de transposição das areias de Norte para Sul, de forma artificial (by passe)».

Manuel Traveira sustentou que a praia «cresceu em planta e altimetria, a areia vem pelo mar e pelo ar e chega a formar uma praia dentro da barra. É insustentável para o porto e a dragagem pontual não resolve o problema de fundo», frisou, aludindo ainda ao «risco» das casas da outra margem e do próprio Hospital. O jovem arquitecto defende também que «construir em cima do erro, não resolve o problema de fundo, porque a praia vai crescer cada vez mais», criando arribas e inviabilizando a vertente turística. Aludindo ao Movimento Cívico “SOS Cabedelo” que integra, diz que «há outra visão de cidade», para que esta não perca «a identidade praia».

No encontro foram ainda intervenientes Pedro Machado, que falou nas grandes apostas da Turismo Centro – o turismo cultural, o de natureza e mar e promoção turística – João Rocha que focou o património geológico do monumento natural do Cabo Mondego e Jorge Santos sobre como os percursos pedestres podem ser uma ferramenta para o turismo sustentável.

Diário de Coimbra, 3 de Junho de 2016.
Bela Coutinho

segunda-feira, 16 de maio de 2016

O MAR À CIDADE @ Centro Cultural de Belém

A praia que defendemos na exposição Arquitetura em Concurso: Percurso Crítico pela Modernidade Portuguesa, no CCB até 29 de Maio.




““Competitions lead inevitably to experimentation in design, and the effect of experimentation will be seen not only in the building finally erected, but even more in the education they give to juries, to architects, to clients and to the public.”

Talbot F. Hamlin, «Competitions», 1938

sábado, 27 de fevereiro de 2016

bioesfera

O bypass, a "requalificação" de praias e a "renaturalização" de sistemas dunares - entrevistas em 27 de Fevereiro de 2016 com o arquitecto Miguel Figueira e os professores Filipe Duarte Santos e Cesar Andrade.

Biosfera XIII Episódio 24 from Cidade Surf on Vimeo.

sábado, 9 de janeiro de 2016

de costas voltadas ao mar

Das dez imagens divulgadas com a notícia da intervenção para a praia só numa conseguimos ver uma pontinha de mar... Não termina aqui a travessia do deserto.

Imagem do projecto para a praia em Figueira na Hora